Vejam um exemplo de distribuição viral de uma marca. Pra variar, claro, trata-se de um produto mais que conhecido e consumo disseminado: Coca Cola.
Acessem o link para o vídeo, rapidinho: http://www.youtube.com/watch?v=rAMePipFvJ0
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Vamos "interpretar" as trocas, os diálogos entre consumidores e marcas.
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Como é que você compreende a Comunicação: no entendimento de Rudiger, F. (Introdução à teoria da comunicação: problemas, correntes e autores, São Paulo: Edcon, 2005, 2a. ed.), não se deve distinguir Comunicação de "verdadeira Comunicação". Pasquali (1976, p. 47) diz o seguinte: "só há verdadeira comunicação em caso de ação recíproca e autêntica entre agente e paciente, em que cada interlocutor fala e é escutado, recebe e emite em condições de igualdade (dialética do diálogo)".
Realmente, parece que Pasquali quis ser preciosista e, assim, concordo com Rudiger: comunicação é comunicação; diferenciam-se os processos (incluindo meios, canais etc).
Quando consideramos as Comunidades de Marca, por exemplo, embora essa seja uma condição que favoreça a definição de Pasquali, pois, imagina-se que deva existir aí uma "ação recíproca" (e esse é o ponto que pretendo pesquisar), ainda que ela não existisse, o processo comunicacional (embora fosse unidirecional), aconteceu. Portanto existiu. Há uma enorme quantidade de empresas, produtos e suas marcas que não têm respaldo dialético entre seus consumidores. Entretanto, esse fato não pode destruir a existencialidade da comunicação (possivelmente unidirecional) (uni)direcionada a seus consumidores.
Qual é a sua marca?
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